Adoecer faz parte da minha natureza. Adoecer é uma lembrança da presença do mundo em mim.
Envelhecer faz parte da minha natureza. Envelhecer é o ornamento da minha impermanência.
Morrer faz parte da minha natureza. Morrer é uma dádiva da impermanência.
Tudo aquilo que amo ou odeio (objetos, parentes, pessoas amigas e inimigas) também compartilham da mesma natureza impermanente e passageira.
Somente as minhas ações são os meus pertences verdadeiros, não posso fugir às suas consequências. Minhas ações são o chão que fazem o meu caminho.
(fonte: Upajjhatthana Sutta)
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